Investigados por assassinato de advogado já foram detidos com cigarros vendidos em esquema ligado a Adilsinho

  • 14/04/2024
(Foto: Reprodução)
Investigações apontam que PM preso em flagrante utilizou veículo alugado em locadora suspeita de alugar os veículos usados para monitorar Rodrigo Marinho Crespo antes do crime. Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. Reprodução Crimes ligados à máfia de cigarros ilegais e a Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, motivaram os mandados de busca e apreensão cumpridos nesta semana pela Polícia Civil contra 9 alvos nas investigações do assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo. O crime aconteceu em fevereiro deste ano em frente à sede da OAB, no Centro do Rio. Três pessoas já foram presas, e a polícia procura informações sobre os executores e mandantes do crime. Segundo investigações da Polícia Civil, um dos alvos tem ligações com Cláudio Oliveira Coutinho, irmão de Adilsinho. Os dois foram investigados por participação na máfia de cigarros no Rio de Janeiro, mas a investigação foi trancada pelo STJ no passado. Cláudio Oliveira Coutinho não sofreu buscas relativas à investigação da morte de Rodrigo. O g1 procurou a defesa de Cláudio, que preferiu não se manifestar. Adilsinho e Claudio Coutinho de Oliveira foram denunciados por suspeita de participar da Máfia do Cigarro Reprodução TV Globo Um grupo de extermínio também é investigado por ligações com Adilsinho, que é o atual patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. No mesmo dia da operação, o policial Vitor Hugo Henrichs Mello foi preso em flagrante porque estava com um carregador de uma munição de calibre mais alto que o permitido. PM da ativa é acusado de participação em grupo de extermínio Polícia Civil do Rio prende em flagrante um PM durante ação sobre morte de advogado no centro De acordo com a decisão da 3ª Vara Criminal que autorizou as buscas contra os alvos, Vitor Hugo utilizou um veículo alugado na locadora Horizonte 16, a mesma em que foram alugados os carros usados para monitorar os passos de Rodrigo Marinho Crespo antes do crime. Cigarros e carro alugado Cesar, Leandro e Eduardo, os três presos por envolvimento na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo Reprodução O alvo de um dos mandados de busca já foi abordado transportando cigarros e alegou que prestava serviços para a empresa SulAmericana, de Duque de Caxias, área de origem de Adilsinho. Ele ainda tem outras anotações criminais relativas ao crime de contrabando de cigarros. O mesmo alvo, acompanhado de outro investigado, foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo, em um inquérito de 2020. Os dois estavam armados, no município de São Fidélis, com caixas de cigarros. Adilsinho é alvo de buscas em operação sobre morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo No ano passado, a mesma pessoa foi abordada em um carro alugado na locadora Horizonte 16. Dentro do veículo onde estava este homem, foram encontrados R$ 144 mil em uma caixa de sapatos, sem procedência comprovada. Em depoimento em delegacia, ele afirmou que trabalhava como vendedor de carros. PMs investigados Máfia dos cigarros impede empresas de vender produto legalizado em áreas da Região Metropolitana do Rio Um dos policiais militares é apontado na investigação como segurança pessoal de um dos sócios de Cláudio Nunes Coutinho, irmão de Adilsinho. Outros dois PMs estavam habilitados a retirar veículos que foram alugados na locadora Horizonte 16, segundo a decisão da 3ª Vara criminal que autorizou os mandados de busca cumpridos nesta semana. Procurada, a defesa de Adilsinho afirmou que o empresário Adilson Coutinho Filho é "inocente e nega qualquer envolvimento com os fatos investigados."

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/04/14/investigados-por-assassinato-de-advogado.ghtml


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